Cinco mulheres presas durante a Operação Martelo tiveram a prisão preventiva convertida em prisão domiciliar, conforme decisão judicial recente. A medida foi concedida porque as investigadas são mães de crianças menores de 12 anos, situação prevista na legislação como possibilidade para substituição da prisão.
Segundo as informações apuradas pelo Blog do Valente, a primeira decisão favorável foi concedida a uma mulher presa no estado da Paraíba. Posteriormente, o mesmo entendimento foi aplicado às demais investigadas que se encontram na Bahia, garantindo a extensão do benefício.
A Operação Martelo foi realizada de forma simultânea em municípios como Santo Antônio de Jesus, Laje, São Miguel das Matas, Morro de São Paulo e Feira de Santana. Além disso, diligências ocorreram nos estados de Alagoas, Sergipe e Paraná, bem como no sistema prisional.
A operação contou com a atuação integrada de unidades da Polícia Civil, incluindo a 4ª Coorpin, a Dirpin/Leste, o Draco-LD e a Core. Apesar da conversão das prisões, as investigações seguem em andamento, e as acusadas continuam respondendo ao processo judicial.
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