Um funcionário de um necrotério foi preso nesta segunda-feira (8) após ser acusado de transferir R$ 7 mil para a própria conta bancária utilizando o celular de uma pessoa morta. O caso aconteceu no estado de São Paulo.

Segundo as investigações, o homem utilizou o aparelho de uma das vítimas encaminhadas ao Instituto Médico Legal, onde trabalhava, para realizar a transferência via Pix.

O caso veio à tona após familiares da vítima identificarem a ausência do valor na conta bancária e procurarem o 3º Distrito Policial para registrar a ocorrência.

A partir da denúncia, a polícia iniciou as investigações que resultaram na identificação do suspeito e no pedido de prisão à Justiça paulista, que expediu um mandado contra o funcionário.

De acordo com as apurações, o investigado teria tentado destruir o celular utilizado na transferência após a realização do Pix, numa suposta tentativa de eliminar provas do crime.

O homem é investigado pelos crimes de furto, fraude eletrônica, destruição de provas e peculato, delito que ocorre quando um servidor ou agente público se apropria indevidamente de bens ou valores sob sua responsabilidade.

O caso segue sendo apurado pelas autoridades, que buscam esclarecer todos os detalhes da movimentação financeira e da atuação do suspeito.

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