O médico neurologista Dr. Gueri Dourado afirmou, em entrevista ao Blog do Valente, que a enxaqueca é uma doença crônica que afeta significativamente a qualidade de vida dos pacientes. Segundo ele, as alterações hormonais nas mulheres aumentam o risco da doença, tornando a enxaqueca mais frequente nesse público.
“A caixa hormonal da mulher aumenta o risco de enxaqueca, por isso é mais comum. Mas não só isso, a enxaqueca é uma doença crônica”, afirmou.
De acordo com o neurologista, a enxaqueca geralmente se manifesta como uma dor de cabeça latejante, que pode ocorrer em apenas um lado da cabeça, alternar de lado ou atingir ambos os lados. Além da dor, a condição costuma provocar sensibilidade à luz e ao barulho, irritabilidade, desatenção e náuseas.
O médico destacou que a enxaqueca não é uma doença letal, mas compromete a funcionalidade do paciente durante as crises. “Então não é uma dor letal, ninguém morre de enxaqueca, mas é uma dor que atrapalha muito a funcionalidade da pessoa. E não é qualquer dor, né? É uma dor diferenciada.”
Segundo Dr. Gueri Dourado, as pessoas que convivem com a doença frequentemente deixam de realizar atividades, cancelam compromissos e podem sofrer prejuízos profissionais. Ele citou que empresários, por exemplo, podem perder oportunidades de negócios devido às crises.
Ainda conforme o neurologista, a enxaqueca pode provocar impactos além da dor de cabeça, afetando a memória, o intestino, a atenção e a libido. “Então é uma dor que mexe em tudo, aí mexe na memória, afeta a memória, afeta o intestino, até o intestino, afeta a atenção, afeta a libido, pessoa que tem muita enxaqueca reduz o fogo também, fica menos fogoso.”
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O post Enxaqueca afeta qualidade de vida, memória e produtividade, afirma neurologista apareceu primeiro em Blog do Valente.