Aurora Lima, de 3 anos e 11 meses, moradora de Feira de Santana (BA), sofre de distrofia muscular de cinturas tipo R5, doença genética e progressiva que afeta músculos e funções vitais. A criança foi selecionada para terapia gênica experimental nos Estados Unidos, tratamento que pode retardar o avanço da enfermidade.

Os primeiros sinais da doença surgiram após o primeiro ano de vida, quando Aurora desmaiou, e exames apontaram níveis elevados de CPK, enzima ligada à produção de energia. Mesmo após tratamento inicial, os níveis continuaram altos, resultando em internações prolongadas em UTIs de hospitais de Feira de Santana e Salvador.

O diagnóstico definitivo foi confirmado por painel genético, revelando a gravidade da distrofia muscular de cinturas, que compromete membros, sistema respiratório e cardíaco. O tratamento experimental busca modificar o material genético e retardar os efeitos da doença, aliado a fisioterapia e cuidados multidisciplinares.

Aurora ainda não apresenta alterações clínicas, cenário considerado ideal pelos especialistas para iniciar a terapia, aumentando as chances de resposta máxima ao tratamento e promovendo melhor qualidade de vida para a criança.

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